quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Stonehenge O Templo do Misticismo



O mais impressionante monumento megalítico do mundo, tem sua origem obscura! Inclusive o tipo humano que ergueu esse templo, não é conhecido com certeza.




A finalidade deste edifício imenso, também não está clara! Há uma série de especulações que variam desde sua função como templo, como portal, como magneto para comunicações e mais algumas funções que não podem ser comprovadas!

Os antigos Saxões chamavam de Hanging Stones, (pedras suspensas). Na idade média, os intelectuais da época costumavam chamar de Dança dos Gigantes. Os dois nomes são tão impressionantes quanto o próprio templo.

Inigo Jones arquiteto do século XVII, foi um dos primeiros a estudar Stonehenge. Naquele tempo ele considerou o monumento como um templo romano. Porém Willian Stukeley, um estudioso desse tipo de construção, conseguiu implantar a idéia que o templo fora construído pelos druidas britânicos.

Somente no século passado, os arqueólogos chegaram a uma conclusão quanto a idade e finalidade de Stonehenge. Entretanto essas idéias sempre encontram opositores, e com certa frequência instauram uma grande polêmica.
Os arqueólogos ingleses chegaram ao consenso no tocante à idade de Stonehenge. A construção do monumento teria se iniciado cerca de 3.500 a.C. Richard Atkinson declara em 1950 que o templo era constituído por uma formação circular e em torno dela, 56 fossas que são hoje conhecidas por Aubrey Holes. A primeira pedra ereta, Heel Stone, foi colocada no lado de fora em frente da única entrada da construção. Novos construtores 200 anos depois, edificaram uma avenida de monólitos até o rio Avalon. Para fazer essa avenida de 3,5 km, os construtores usaram 80 blocos de pedra das montanhas de Prescelly, distantes 320 km já no sul do País de Gales. Como eles fizeram isso? É outro mistério que ronda Stone Henge. Segundo as teorias mais aceitas, eles teriam arrastado as pedras até o próprio rio Avon e deslizado nas águas tranquilas até onde as pedras foram novamente arrastadas e colocadas cada uma em seu lugar. Essas pedras de 4,5 toneladas estavam resolvidas. E as pedras de StoneHenge?
Dá para imaginar monólitos de 26 toneladas sendo arrastados. E para construir os "trilitos"? Que são aquelas ferraduras invertidas, duas pedras justapostas de 20 toneladas cada, encimadas por outra com mais ou menos a mesma massa. Para quem já movimentou massas monolíticas semelhantes a essas, sabe muito bem do que estou falando.
Daqui alguns dias, vamos escrever sobre a finalidade de Stonehenge, sobre a qual já se disse uma centena de coisas.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Vida. Como será após ela sair?


A questão da vida após a morte é um tema palpitante e constante no imenso arquivo humano de aflições.

Os antigos egípcios já tratavam a vida após morte como algo realmente plausível. Nenhum egípcio fosse rico ou pobre, duvidava que iria viver após a sua vida terrestre "sair".

A mumificação não é ponto determinante para nos dar certeza que a civilização egípcia acreditava mesmo nisso, pois nem todos eram mumificados! As múmias não existiam só para isso, tanto que eles mumificavam os variados seres e nem todos, eles acreditavam que iriam acordar na eternidade. O touro Ápis por exemplo, esse recebia um tratamento nada honroso em se tratando de múmias! O touro era simplesmente esmagado até triturar os ossos reduzindo-os ao tamanho de um osso de passarinho! Depois era misturado à uma massa de betume, extremamente mal cheirosa e aí sim montado como um touro mumificado! Mas para quê? Certamente não era para na eternidade o touro sair andando triturado dentro de uma embalagem de betume.


Dos antigos até nós, muitos milhões de pessoas morreram, ou suas vidas saíram! E...Onde estarão agora??? O que estariam fazendo? Seriam ainda as vidas dos que morreram? Como se poderia identificá-las? Será que voltaram para a Terra? E quem estaria coordenando esse movimento constante de vidas que saem e vidas que entram? As vidas que saem carregam consigo alguma coisa? Mas como? Alguém já viu alguma vida que saiu? Era igual ao morto?


Nós poderiamos ficar perguntando durante uma "vida" inteira e não esgotariamos as questões.

E o pior é que ninguém responderia algo que pudessemos acreditar seguramente.

As religiões explicam tudo, mas não comprovam nada! A ciência, mesmo a quântica, tenta comprovar para depois explicar e não faz uma coisa nem outra.


A reencarnação é algo difícil de entender! Diriam os estudiosos do assunto; " claro isso não é para qualquer um ". Também acho! Mas só uma perguntinha, se nascem e morrem pessoas, vidas entram vidas saem, a reencarnação faz hora extra, como é que a população mundial só faz aumentar???


Bom a reencarnação certamente não vai responder coisa alguma! Nosso tema é o que acontece com as nossas vidas? Como será a vida lá.. Em qualquer lugar?


Nós temos que ser um pouco céticos, pois se não, estaremos fazendo o papel de tolos e os sabichões empurrando qualquer coisa nossa goela abaixo. E neste ceticismo vamos indagando, mas se alguém responder não vamos acreditar! Sabem por que? Porque ninguém sabe a resposta.

O que podemos fazer então? Imaginar as coisas! Cada um cria o seu lugarzinho para morar, o seu não, o da vida depois que ela sair. Meu pai já achou esse lugar, até tem nome e localização cardeal, o lugar dele é no leste! Só não me diz e para ninguém o nome do planeta.

Temos que pensar nisso! E seriamente! Até agora não fiz isso e essa busca deve começar logo, ainda mais que as coisas podem explodir nos próximos dois anos. Portanto temos pouco tempo e o assunto realmente é sério.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Uma certa manhã do ano 49 AC


Acordei cedo! A minha garganta estava seca

como as estradas de Híspalis.

Jurei por Juno nunca mais beber o vinho gaulês.

Como sempre não cumpri o juramento, agora estava me sentindo

o último dos homens.

Desci para o átrio, não quis comer nada e continuei descendo

até chegar ao meu jardim favorito.

Meu servo hebreu recebeu-me com uma longa reverência, como se fosse

a primeira! Ou a última.

Ao erguer-se eu notei que havia chorado! Intrigado perguntei:

_ O que aconteceu Jessé?

O homenzinho nada respondeu, limitou-se em baixar a cabeça! Repeti a pergunta,

a resposta veio em forma de um pedido:

_Senhor, não vá ao senado hoje!

Olhei espantado e sorri! Mas resolvi deixar aquela conversa de servos para outro dia.

Comecei o meu caminho pela alameda sentindo o frescor primaveril que emanava das

árvores frondosas. Ia caminhando e lembrando que Jessé era um servo dado ao ocultismo, coisas

meio obscuras que ele trouxe da Palestina. De vez em quando vinha com

essas estórias de visões e pressentimentos! Não consegui evitar uma gargalhada, realmente

eu nunca acreditei nessas superstições bárbaras.

Ao chegar no portão principal encontrei Marco Antônio. O rosto sereno do meu velho amigo me fez esquecer por completo a conversa do servo hebreu. Uma liteira nos esperava, enquanto os quatro núbios corriam pelas ruas eu pensava no meu discurso daquele dia importante.

Não gostava de fazer planos nem anotações, mas confesso que sentia falta de uma pequena orientação prévia! Sorri em pensamento, pois isso nunca havia me passado pela cabeça.


Ao chegarmos nas imediações do senado, notei que duas figuras conhecidas esperavam

não sei por quem! Parados no último degrau da grande escadaria Crassus e Públio sorriam

de modo estranho! Assim que Marco Antônio desceu da liteira, os dois se aproximaram e fizeram-no parar, estranhei mais ainda quando eles levaram Antônio para fora do recinto do senado! Mas não dei muita importância e fui subindo as escadas! Foi a subida mais longa da minha carreira, pois em cada dois ou três degraus era obrigado a parar para atender senadores que me beijavam as mãos e pediam perdão. Quando conseguia me livrar de um grupo logo em seguida outros me abordavam! Aquilo se seguiu até eu gritar uma ordem para que me deixassem

seguir. Não pude conter a minha cólera, isso fez com que aqueles que ainda não tinham chegado a mim desistissem completamente.


Consegui finalmente entrar no grande saguão! Assim que coloquei a minha toga de senador comecei a receber punhaladas de todos os lados. Mas eu não sentia dor! Meus olhos estavam de forma tal fixos no corredor que terminava na parede donde o busto de Pompeu me observava.

Mas eu não olhava para Pompeu, meus olhos estavam voltados para uma outra pessoa, um rosto de um amigo, um filho que eu amava. As punhaladas continuaram, mesmo assim consegui me livrar dos agressores e corri até essa pessoa! Parei diante dele, com as duas mãos sobre seus ombros perguntei: " Tu quoque, Brute filli mei"? A resposta não demorou! Uma pulhalada certeira vinda de quem eu jamais desconfiara, penetrou fundo em meu peito.


Foi o único golpe traiçoeiro que eu realmente senti! De todos os golpes que recebi, foi só este que doeu! A dor de toda uma vida estava concentrada naquela lâmina. Caí de joelhos em frente ao busto de meu inimigo, com as últimas forças olhei para a escultura, Pompeu sorria! Fechei meus olhos no centro de uma poça de sangue, para abri-los aqui, donde pretendo observar os destinos de minha cidade! Destinos esses que ficaram nas mãos do meu sobrinho, aquele que fez com que o meu fiel amigo Antônio traísse a minha memória e não conseguisse viver a sua culpa! Aquele que quis a mulher que eu amei para si, não conseguindo fez com que ela morresse sobre o corpo de Marco Antônio! Esse mesmo homem se auto intitula Augusto e carrega o meu nome como sinistro despojo.


Hoje converso com Jessé, que morreu de tristeza quando eu não quis ouvi-lo! Ele está ao meu lado! Já não é meu servo, somos iguais neste lugar! Talvez meu único amigo em vida,

continua ao meu lado,

fez questão de vir horas antes

e me esperar.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A fada morta?


Algumas coisas são para se pesquisar e tentar entender.

Nunca saberemos tudo e entenderemos menos ainda.

Aqui na Brasilândia tudo acontece, tudo se vê e em nada se acredita!

Entretanto há pessoas que acreditam em tudo, mas nunca viram nada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Gilgamesh - O primeiro rei da Terra


Meu nome é Gilgamesh

Sou o mais poderoso homem da Terra

Sob a luz de Ishtar eu governo o mundo

leões, touros bravios e gigantes de além Tigre

não são oponentes para a minha força

Homens me respeitam

mulheres me desejam

Venci Enkidu, numa luta jamais vista

hoje sou seu amo

vamos para a terra da vida eterna

com Utnapishtim em seu barco

Nada poderá nos vencer,

nem mesmo o grande pássaro

nem mesmo as grandes águas

domadas por Utnapishtim.

Eu sou Gilgamesh, senhor

dos Sumérios.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O guardião de Atlântida


Uma fera do mar, um monstro que por centenas de marinheiros foi visto! Durante séculos amedrontou pescadores e muitos habitantes das ilhas circundantes da Europa e África.

Esta criatura chamava-se "Leviatã". Há relatos surpreendentes nos mais antigos livros da humanidade, tais como a bíblia! Há quem diga que a baleia que engoliu e agasalhou o profeta Jonas, era na verdade o próprio Leviatã. Essa fera era nada menos que o guardião da entrada de Atlântida! Todos os navios que tentavam se aproximar da magnífica cidade, eram despedaçados pelo monstro e suas tripulações mutiladas e grande parte engolida pelo "animal".


Havia apenas um monstro desses? Ou uma horda que escondia-se nos penhascos submarinos e na primeira ameaça de alguma frota inimiga, eles avançavam e destruiam-na! Na verdade nunca se saberá! E se era um só, que destino teve essa fenomenal criatura? Onde teria se escondido, ou quem a teria destruido?


Vertentes de pensamento já opinaram que o animal na verdade seria uma "máquina" projetada e construída pelos cientistas atlantes com o propósito de guardar a metrópole de ataques que viessem pelo mar. Sabe-se que a grande cidade era cicundada por cadeias montanhosas e que só havia uma entrada para o porto de Atlântida, então a "máquina" poderia ficar em algum lugar guardada e colocada em funcionamento assim que era dado algum alarme. Mas qual seria a fonte de energia para uma máquina tão poderosa?


Sobre Leviatã há muito para falar e muito mais para perguntar. Era uma máquina? Um animal?

Se era máquina, deveria usar a mesma energia que os atlantes usavam para voar! Que aliás ainda não se sabe qual era! Como animal, poderia ser algum cetáceo pré-historico que chegou até o período glacial sem maiores mutações! Só temos que nos habituar com a ideia que os atlantes conseguiram domesticá-lo, o que não deve ter sido uma tarefa das mais fáceis.


Há alguns estudiosos da mitologia que consideram tudo uma grande invenção, inclusive a própria mitologia dá um jeito no famoso monstro! Simplesmente o herói Héracles (Hércules) quando na conquista de Atlântida teve como uma das primeiras terefas, livrar-se do animal! A mitologia assim como algumas religiões, explicam tudo de maneira milagrosa ou usando os seus heróis! Assim pode ter acontecido com Leviatã, ter sido morta ou destruida por um desses heróis.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Atlântida. A Metrópole perdida


Pesquisadores norte americanos declararam às agências internacionais de notícia, que finalmente há indícios irrefutáveis da descoberta de Atlântida! Segundo os cientistas, no litoral de Chipre, foi encontrada a 1500 pés de profundidade, uma estrutura de tijolos que seria a base da acrópole da famosa cidade. Considerada a maior descoberta até hoje registrada, a tal estrutura apoia-se numa formação semelhante a uma imensa muralha! Comprovando a informação, foram encontrados vestígios de uma parede monumental construída também com esse material.


É provável que seja realmente de Atlântida essas descobertas! Restam ainda os testes de C14 para comprovar a idade desse material! Segundo Platão, Atlântida teria desaparecido a aproximadamente 9.000 anos antes de sua época, portanto para nós teria 12.000 anos aproximados! Há muitas controvérsias com relação a idade dessa metrópole, alguns pesquisadores falam em pouco mais de 5.000 anos apontando o Egito como uma parte restante dessa fabulosa cidade! Outros recuam muito mais chegando à uma civilização distante de nós cerca de 50.000 anos, seja, antes dos dois cataclismos universais conhecidos pela humanidade! Infelizmente uma informação não coaduna com a outra! Significa dizer que teremos que esperar muito para os cientistas chegarem a um acordo! Se a idade dessa muralha de tijolos for inferior a 5.000 anos, provavelmente fará parte da civilização Minóica, por outro lado se atingir a marca de 11.000 ou 12.000 anos aí podemos começar a festejar.


Só uma coisa que considero precipitada, é o fato de afirmar que essa muralha seria a cidade de Atlântida finalmente encontrada! Que seja parte dela, penso ser possível e até provável, mas não que seja ela! Há uma crença que Atlântida fosse uma ilha que afundou ou um continente que teve o mesmo destino! Sim! Foi um continente mas não com apenas uma cidade chamada Atlântida como alguns imaginam, mas sim uma imensa cidade que se espalhava por todo o continente abrigando milhões de habitantes.


Portanto é provável que seja realmente uma pequena célula da metrópole desaparecida.